Quanto custa ter um filho? Veja os gastos reais e como economizar

Quanto custa ter um filho? Veja os gastos reais e como economizar

Quanto custa ter um filho até 1 ano? Os gastos podem surpreender, mas com planejamento dá para economizar sem abrir mão do essencial. Neste guia, descubra os custos reais com fraldas, enxoval, alimentação e saúde, além de dicas práticas para evitar desperdícios e manter o orçamento sob controle. Confira agora e prepare-se melhor!

Quando a gente descobre que vai ser pai, a primeira coisa que vem à cabeça é: ferrou, minha vida vai mudar! E muda mesmo. Mas o que ninguém te conta é que, além das noites mal dormidas e das fraldas explosivas, vem um novo personagem na sua vida: os boletos.

Porque, meu amigo, ter um filho custa dinheiro. E não é pouco.

Eu também achava que o gasto principal seria só fralda e leite. Mas depois que o Bernardo nasceu, percebi que existem dezenas de pequenas despesas que, somadas, viram uma bola de neve financeira. Um body que fica pequeno em duas semanas. Um móbile com musiquinhas de ninar, mas que só atrapalha o sono do bebê.

E é por isso que estou escrevendo esse artigo: para te contar a real sobre os gastos do primeiro ano do bebê e te ajudar a se preparar. Sem exageros, sem terrorismo financeiro, mas também sem papo furado.

Se você está esperando um bebê e quer entender onde seu dinheiro vai parar (e como evitar cair em armadilhas), segue comigo. Vou te mostrar quanto custa, de verdade, ter um filho até 1 ano e onde dá pra economizar sem abrir mão do que é essencial.

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O custo do primeiro ano do bebê

Se você já deu um Google em quanto custa ter um filho, deve ter encontrado aquelas matérias assustadoras dizendo que criar uma criança até os 18 anos pode custar mais de R$ 500 mil. Legal, né? Mas quem é que está preocupado com os custos da faculdade agora? O foco aqui é o primeiro ano, porque é quando a gente leva o maior choque de realidade financeira.

E a verdade é que não existe um valor fixo. O quanto você vai gastar depende de um monte de fatores: se vai comprar tudo novo ou usado, se vai optar por fraldas descartáveis ou de pano, se vai amamentar ou precisar de fórmula, se tem um bom plano de saúde ou vai bancar consultas particulares. Mas, só pra você ter uma ideia, uma estimativa básica de custos essenciais pode ficar mais ou menos assim:

CategoriaItem/DescriçãoCusto EstimadoFrequênciaObservações
Gravidez e PartoConsultas pré-nataisR$ 300MensalValor médio; pode variar conforme o plano de saúde
Exames e ultrassonografiasR$ 500ÚnicoConsiderar que podem ser vários exames durante a gestação
Parto (normal / cesariana)R$ 8.000ÚnicoValor médio; depende do hospital e tipo de parto
Internação pós-partoR$ 1.500ÚnicoValor estimado
Itens para o BebêBerçoR$ 800ÚnicoPode ser adquirido novo ou usado
Carrinho de bebêR$ 1.200ÚnicoValor médio; pesquisar opções
Cadeira de carroR$ 600ÚnicoFundamental para segurança
Despesas MensaisFraldas descartáveisR$ 200MensalValor pode variar com o uso
Fórmula / AlimentaçãoR$ 300MensalSe não houver amamentação exclusiva
Consultas pediátricasR$ 150MensalPode variar conforme a necessidade
Creche ou BabáR$ 1.500MensalValor estimado; depende da localidade e serviço escolhido
Educação e DesenvolvimentoMaterial escolarR$ 500AnualEstimativa para o período escolar
Atividades extracurricularesR$ 200MensalEx.: aulas de música, esportes, etc.
Outros CustosReserva para emergênciasR$ 300MensalFundamental para imprevistos
Seguro de saúde adicionalR$ 250MensalPara coberturas extras
Os valores acima são apenas exemplos e podem ser ajustados conforme a realidade de cada família e região.

Ou seja, mesmo sem luxos, dá pra dizer que um bebê pode custar entre R$ 700 e R$ 3.000 por mês, dependendo das escolhas que você fizer. E isso sem contar os gastos inesperados, porque sempre tem um presente que você esqueceu de comprar, uma consulta extra no pediatra ou um novo tipo de fralda, ou mamadeira.

Agora que você já tem um panorama geral, vamos entrar nos detalhes. Vou te contar exatamente onde o dinheiro vai parar e onde dá pra economizar sem perder a qualidade.

Principais despesas nos primeiros 12 meses

Agora que você já entendeu que um bebê não sai barato, vamos para a parte prática: onde exatamente esse dinheiro vai parar? Aqui, vou detalhar os principais gastos do primeiro ano e, claro, dar algumas dicas para você não sair gastando como se tivesse ganhado na Mega-Sena.


Enxoval: o investimento inicial

Se tem um momento em que a gente se empolga além da conta, é na hora de montar o enxoval. Você entra na loja, vê aquele carrinho de bebê que parece uma Ferrari em miniatura e pensa: meu filho merece o melhor!. E aí, quando percebe, gastou metade do orçamento em um berço high-tech que toca música clássica e balança sozinho (spoiler: o bebê vai preferir dormir no seu colo).

O que realmente precisa estar no enxoval? Aqui vai uma lista realista:

Berço ou mini berço
Carrinho de bebê (veja nosso guia com os melhores carrinhos de bebê pra te ajudar na escolha)
Cadeirinha para o carro (também temos um artigo sobre as melhores cadeirinhas de carro).
Roupas básicas e confortáveis (sem exagerar, porque bebê cresce rápido).
Mantas e cueiros – às famosas fraldinhas (vai por mim, você vai precisar).
Banheira (as infláveis ou dobráveis são ótimas para espaços pequenos).

💸 Economizando:

  • Compre itens de segunda mão em boas condições (carrinhos, berços e cadeirinhas costumam durar bastante).
  • Aproveite presentes! Muitas pessoas adoram dar roupinhas, então segure a empolgação antes de sair comprando 50 bodies de uma vez.
  • Faça bazares com amigos! Essa dica foi essencial pra gente. Na maioria das vezes, os amigos com idades parecidas estão tendo seus filhos no mesmo período que nós. Organize bazares para comprar/vender roupas e outras coisinhas em bom estado.

Fraldas e higiene

A gente escuta muito sobre quanto bebê usa de fralda, mas só entende a gravidade da situação quando vê um pacote de 50 unidades acabar em uma semana. São cerca de 8 a 12 fraldas por dia nos primeiros meses – e isso pesa no bolso.

💰 Média de gasto com fraldas e lenços umedecidos:

  • Fraldas descartáveis: R$ 150 a R$ 500/mês, dependendo da marca.
  • Lenços umedecidos: R$ 30 a R$ 80/mês.
  • Pomadas e produtos de higiene: R$ 50 a R$ 150/mês.

💸 Economizando:

  • Comprar fraldas em atacado e aproveitar promoções.
    • Existem bons grupos de promoção no WhatsApp focados em garimpar ofertas desses produtos. Eu recomendo o PromoHub Baby.
  • Testar marcas mais acessíveis antes de se prender às mais caras.
  • Usar algodão e água morna no lugar de lenços umedecidos no dia a dia.

Alimentação

Se o bebê mama no peito, ótimo, mas isso não significa custo zero. Existem itens como conchas, absorventes para seios, pomadas para rachaduras e, em alguns casos, até consultorias de amamentação.

Já se precisar complementar com fórmula, prepare-se para um custo considerável:

💰 Média de gasto com alimentação:

  • Fórmula infantil: R$ 100 a R$ 500/mês.
  • Utensílios (mamadeiras, esterilizador, escova de limpeza): R$ 100 a R$ 300.
  • Introdução alimentar (frutas, legumes, cereais, pratos e talheres próprios): R$ 150 a R$ 500/mês.

💸 Economizando:

  • Se possível, priorize o aleitamento materno (além de ser mais barato, é mais prático e saudável).
  • Evite comprar mil mamadeiras antes de testar qual o bebê aceita.
  • Faça papinhas caseiras em vez de comprar prontas.

Sobre fórmulas, uma dica importante:

Se seu bebê tem APLV e precisa usar uma fórmula especial, o SUS é obrigado a fornecer gratuitamente até os 2 anos do seu filho.

O Bernardo tem e nós usamos a Pregomin. Se não fosse esse benefício, teríamos, com certeza, um gasto de R$ 3.000,00/mês apenas com fórmulas.

Portanto, fale com seu pediatra sobre o assunto.

Saúde e vacinas

Aqui entra um dos gastos mais imprevisíveis. Mesmo com atendimento público, pode ser que você acabe recorrendo a consultas e vacinas particulares.

💰 Média de gasto com saúde:

  • Plano de saúde infantil: R$ 200 a R$ 600/mês (se for contratar um).
  • Consultas pediátricas particulares: R$ 150 a R$ 600 por consulta.
  • Vacinas fora do SUS: R$ 500 a R$ 2.000 no primeiro ano.

💸 Economizando:

  • Se tiver plano de saúde, veja quais pediatras atendem e evite consultas particulares.
    • E se for passar por consulta particular, não esqueça de pedir o reembolso.
  • Algumas vacinas são gratuitas no SUS, então verifique antes de pagar por elas.
  • Ter um fundo de emergência para saúde ajuda a evitar sustos financeiros.

Roupas e calçados

Bebês crescem muito rápido. Aquela roupa fofa que você comprou para a saída da maternidade pode nem servir na segunda semana.

💰 Média de gasto com roupas:

  • Bodies e macacões: R$ 50 a R$ 300/mês, dependendo da marca.
  • Calçados (quase inúteis no primeiro ano): NÃO COMPRE!

💸 Economizando:

  • Aceite roupinhas de segunda mão (sério, é uma economia absurda).
  • Compre apenas o necessário em cada fase.
  • Evite gastar muito em sapatos, pois bebês não precisam deles antes de andar.

Entretenimento e bem-estar do bebê

Se você não tomar cuidado, sua casa vai virar uma loja de brinquedos antes do bebê completar 6 meses. A real é que, no começo, ele vai preferir um controle remoto ou uma garrafa PET vazia do que aquele brinquedo caro que pisca luzes e toca música.

💰 Média de gasto com brinquedos e entretenimento:

  • Brinquedos: R$ 50 a R$ 300/mês.
  • Cadeirinha de balanço, tapete de atividades, mordedores: R$ 300 a R$ 1.000 (compra única ou gradual).

💸 Economizando:

  • Compre brinquedos simples e educativos (e evite excesso).
  • Pegue emprestado de amigos ou use sistemas de aluguel de brinquedos.
  • Use sua criatividade para inventar brincadeiras “caseiras”. Além de serem mais baratas, podem ser muito mais divertidas. Aqui em casa, um simples pincel de cozinha virou um dos brinquedos favoritos do Bernardo.
tudo vira brinquedo bebe

Moradia e adaptações na casa

Essa parte pode pegar muita gente de surpresa. Além dos móveis do bebê, há pequenos (ou grandes) ajustes na casa que podem gerar gastos inesperados.

💰 Média de gasto com moradia e segurança:

  • Itens de segurança (grades, protetores de tomada, travas de gaveta): R$ 200 a R$ 600.
  • Conta de luz e água (com máquina de lavar rodando sem parar): aumento de R$ 50 a R$ 200/mês.

💸 Economizando:

  • Nem tudo precisa ser comprado de uma vez; vá adaptando conforme o bebê cresce.
  • Use soluções simples, como mudar a disposição dos móveis em vez de comprar proteções caras.

Agora que destrinchamos todos os gastos, ainda tem um detalhe que pode pegar qualquer pai de surpresa: os gastos inesperados. Mas calma, vamos falar deles na próxima parte.

Gastos inesperados com um bebê

Se tem uma coisa que aprendi nesses sete meses com o Bernardo, é que nenhum planejamento financeiro sobrevive ao primeiro ano de um bebê. Você pode fazer planilha, pesquisar preços, perguntar para outros pais e até tentar prever os gastos… mas sempre vai ter uma surpresa no caminho.

E o problema dos gastos inesperados não é só que eles aparecem do nada – é que eles normalmente vêm com urgência. O bebê ficou doente e você precisa levar ao pediatra agora. A fralda que você comprou em estoque deu alergia e agora tem que testar outra marca. A mamadeira que ele usava perfeitamente foi chutada pra escanteio e agora você precisa comprar novas até encontrar uma que ele aceite.

Por isso, eu digo: se prepare para gastar com coisas que você não fazia ideia de que precisava.

Uma das áreas onde isso acontece muito é a saúde. Mesmo se você tem um bom plano de saúde ou depende do SUS, pode surgir uma febre no meio da madrugada que te obriga a buscar atendimento particular. As consultas de emergência variam entre R$ 150 e R$ 500, e, se precisar de exames ou medicamentos, lá se vão mais alguns bons reais. Fora que alguns pediatras só atendem particular e, dependendo da sua confiança no profissional, pode ser um gasto recorrente.

Outro clássico dos gastos inesperados são as trocas de produtos que não deram certo. Você compra um monte de fraldas porque encontrou uma promoção imperdível e… o bebê tem alergia. A fórmula que parecia perfeita, de repente, causa cólicas. O carrinho de bebê que parecia incrível é um trambolho difícil de manobrar. O prejuízo dessas escolhas erradas pode chegar a centenas de reais, simplesmente porque algumas coisas só dá pra saber testando.

E se tem algo que muda nossa percepção de dinheiro é viajar com bebê. Se antes dava pra pegar uma mochila e sair, agora tem mala extra, carrinho, berço portátil, alimentação especial e, dependendo da viagem, até uma passagem aérea (sim, bebês pagam taxas em voos). Uma simples viagem para visitar a família pode significar um gasto extra de R$ 500 a R$ 2.000, dependendo da logística.

Roupas também entram nessa lista. Você compra um body lindo e, quando vai usar, já não serve mais. O bebê cresce num ritmo absurdo, e muitas peças são usadas só uma ou duas vezes. Resultado? Você acaba gastando de novo com roupas antes do esperado. Dependendo do seu grau de empolgação, isso pode significar um rombo de R$ 100 a R$ 400/mês só com roupinhas novas.

Então, o que fazer para minimizar esses gastos surpresa?

  • Tenha uma reserva para emergências – nem que seja um valor pequeno por mês, pode salvar em momentos de aperto.
  • Pesquise muito antes de comprar produtos caros – carrinhos, cadeirinhas e brinquedos precisam ser testados sempre que possível.
  • Evite estoques grandes sem testar antes – especialmente de fraldas, leite e mamadeiras.
  • Aproveite roupas de segunda mão – bebês usam tão pouco que muitas peças parecem novas.
  • Cuidado com as compras por impulso – nem tudo que parece essencial realmente será usado.

A verdade é que, por mais que a gente tente prever os custos, a paternidade tem dessas surpresas. O importante é não se desesperar e, sempre que possível, se preparar para aqueles gastos que a gente só descobre quando já está no meio do furacão.

Como economizar no primeiro ano do bebê?

Agora que já falamos dos custos e dos gastos inesperados, vamos para a parte boa: como segurar as pontas sem deixar faltar nada para o bebê. Porque, se tem uma coisa que aprendi nesses meses como pai, é que dá para economizar sem cair na cilada de achar que precisa de tudo novo e do mais caro.

E a primeira regra da economia na paternidade é: nem tudo que parece essencial realmente é.

5 formas de economizar com um bebê

Antes do Bernardo nascer, eu achava que precisava de um enxoval completo, com carrinho top de linha, babá eletrônica com câmera 4K e um berço que mais parecia uma nave espacial. Mas a verdade é que bebê precisa de colo, leite, fralda e um lugar seguro para dormir. Todo o resto é detalhe.

Aqui vão algumas dicas práticas que podem salvar muito dinheiro no primeiro ano:

Compre apenas o necessário no enxoval

Se tem um lugar onde dá pra cortar custos, é aqui. Não caia na armadilha de comprar tudo o que as listas de lojas sugerem. Antes de gastar com aquele kit de higiene chique ou com 10 tipos diferentes de mamadeira, pense: vou realmente usar isso?

💰 Dicas para economizar:

  • Compre só o básico no início. Algumas coisas você só descobre que precisa depois que o bebê nasce.
  • Pegue itens de segunda mão. Berços, carrinhos e cadeirinhas de carro podem ser comprados usados por metade do preço.
  • Evite comprar muitas roupas RN. O bebê pode nem usar todas antes de crescer.

Fraldas: compre com estratégia

Se tem um gasto inevitável no primeiro ano, é fralda. Mas isso não significa que você precisa pagar preço cheio o tempo todo.

💰 Dicas para economizar:

  • Compre em atacado ou aproveite promoções. Muitos mercados fazem descontos em pacotes grandes.
  • Teste antes de fazer estoque. Não adianta comprar 300 fraldas de uma marca que pode dar alergia no bebê.
  • Considere cashback e cupons. Sites e aplicativos de cashback ajudam a recuperar uma parte do dinheiro.

Amamentação e alimentação: simplifique

Se você puder amamentar, isso já reduz um grande custo. Mas, mesmo se precisar complementar com fórmula, dá para economizar sem prejudicar a qualidade da alimentação do bebê.

💰 Dicas para economizar:

  • Não estoque fórmula antes do bebê nascer. Nem sempre ele se adapta à primeira opção.
  • Papinhas caseiras são mais baratas e saudáveis. Faça e congele em porções pequenas para evitar desperdício.
  • Não gaste com utensílios mirabolantes. Um pratinho e uma colher já são suficientes no começo.

Planeje os gastos com saúde

Vacinas, consultas e medicamentos podem pesar no orçamento. E, quando se trata de saúde, não dá para economizar de qualquer jeito.

💰 Dicas para economizar:

  • Cheque quais vacinas são oferecidas no SUS. Algumas podem ser tomadas gratuitamente.
  • Pesquise planos de saúde infantis. Às vezes, um plano básico sai mais barato do que pagar consultas particulares.
  • Tenha um fundo de emergência para saúde. Isso evita surpresas desagradáveis quando um resfriado virar uma consulta de última hora.

Roupas: menos é mais

O Bernardo já perdeu várias roupas antes de usar. Então, posso te garantir: não vale a pena gastar muito com roupinhas nos primeiros meses.

💰 Dicas para economizar:

  • Aceite roupas de segunda mão. Quase todo mundo tem um amigo ou parente com um estoque de roupinhas em ótimo estado.
  • Compre roupas um pouco maiores. Assim, duram mais tempo.
  • Priorize conforto e praticidade. Bebê não precisa de roupa de marca – precisa de roupa fácil de vestir.

Brinquedos e acessórios: espere para ver o que o bebê gosta

É tentador sair comprando um monte de brinquedos educativos e acessórios fofos. Mas a verdade é que bebê se diverte com coisas simples – e às vezes, prefere um rolo de papel higiênico ao invés de um brinquedo caro.

💰 Dicas para economizar:

  • Evite comprar brinquedos antes dos 6 meses. O bebê não interage tanto no começo.
  • Pegue emprestado antes de comprar. Muitas coisas podem ser testadas antes de investir dinheiro.
  • Dê preferência a brinquedos duradouros. Nada pior do que gastar R$ 200 em algo que será ignorado em dois dias.

Conclusão

Se tem algo que aprendi nesses primeiros meses com o Bernardo, é que ter um filho muda completamente a nossa visão sobre dinheiro. Você pode planejar tudo nos mínimos detalhes, mas sempre vai surgir um gasto inesperado. E tá tudo bem. O importante é saber onde realmente vale a pena gastar e onde dá para economizar sem comprometer o bem-estar do bebê.

O primeiro ano é um período de adaptação – tanto emocional quanto financeira. No início, a gente acha que precisa de tudo: o melhor berço, o carrinho mais moderno, os brinquedos mais educativos. Mas, com o tempo, percebe que bebê precisa muito mais de carinho, paciência e colo do que de qualquer acessório caro.

Os maiores gastos vêm de itens como fraldas, alimentação, consultas médicas e enxoval. Mas, se você souber fazer boas escolhas, pode reduzir bastante esse impacto no orçamento. Aceitar itens de segunda mão, testar antes de comprar em grande quantidade, fugir das compras por impulso e criar uma reserva de emergência são algumas das melhores formas de manter as finanças sob controle.

E a real é que cada família tem uma realidade diferente. O que funcionou para mim pode não ser a melhor escolha para você. Mas, independentemente do orçamento, um ponto é certo: ter um filho vale cada centavo gasto.

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João Baptista

Pai do Bernardo e fã de conversas sinceras sobre os altos e baixos da paternidade. Quando não está escrevendo ou tentando descobrir novos truques para o sono do filho, gosta de um bom café e de momentos em família com a Re. Criador do "Jornada de Pai", compartilha experiências reais e dicas práticas para ajudar outros pais a enfrentarem os desafios (e celebrarem as alegrias) de criar filhos. Afinal, na paternidade, a gente aprende junto, um dia de cada vez.

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